A saúde mental tem um preço — e ele é bilionário
Segundo estudo da Fiemg, problemas psicológicos causaram uma perda de 4,7% no PIB do Brasil, equivalente a R$ 282 bilhões. A perda no faturamento das empresas chegou a R$ 397,2 bilhões por ano, com redução de 800,7 mil empregos.
Globalmente, a OMS estima perda de produtividade de US$ 1 trilhão por ano e 12 bilhões de dias úteis perdidos anualmente por depressão e ansiedade.
O custo invisível: presenteísmo e absenteísmo
O presenteísmo custa até 4 vezes mais que o absenteísmo. Cada trabalhador afetado perde, em média, 51 dias de vida saudável por ano (FIEMG).
Para Ricardo Turenko (ANAMT): "É fundamental desmitificar a ideia de que a prevenção em saúde mental é um custo. Na verdade, este é um dos investimentos mais estratégicos que uma empresa pode fazer."
O ROI da prevenção: cada R$ 1 retorna R$ 4
Dados da OMS demonstram que para cada real investido em prevenção, o ROI pode chegar a quatro reais. Esse retorno se materializa em: redução de afastamentos, queda no turnover, aumento da produtividade e fortalecimento da marca empregadora.
O impacto financeiro direto: FAP
O FAP pode reduzir a alíquota pela metade (0,5) ou dobrá-la (2,0). Uma empresa com folha de R$ 1 milhão que negligencia riscos psicossociais pode ver seu custo anual saltar em mais de R$ 500 mil vs concorrente que investe em prevenção.
Os dados de 2025
O custo dos benefícios por transtornos mentais ultrapassou R$ 954 milhões em 2025. São mais de 546 mil afastamentos que representam sofrimento humano e rombo financeiro.
Como o RISK.OS transforma dados em economia
O RISK.OS permite medir objetivamente os riscos psicossociais, identificar setores críticos e implementar ações direcionadas. Prevenir é mais barato que remediar — e os números provam isso.




