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Presenteísmo: O Custo Invisível que É 4 Vezes Maior que o Absenteísmo
Conceitos

Presenteísmo: O Custo Invisível que É 4 Vezes Maior que o Absenteísmo

Seu maior custo com saúde pode estar no colaborador que não falta. O presenteísmo custa até 4 vezes mais que o absenteísmo e afeta 51 dias de vida saudável por trabalhador por ano.

Equipe RISK.OS3 de fevereiro de 20268 min de leitura

O problema que ninguém vê — mas que custa bilhões

Presenteísmo é quando o colaborador está presente fisicamente, mas improdutivo por motivo de saúde ou estresse. Segundo a FIEMG, custa até 4 vezes mais que o absenteísmo. Cada trabalhador afetado perde 51 dias de vida saudável por ano.

Por que é mais caro que o absenteísmo

Erros e retrabalho: erros geram retrabalho em cadeia.

Contágio emocional: sofrimento psíquico afeta o clima do grupo.

Decisões ruins: profissionais sob estresse crônico tomam decisões piores.

Duração prolongada: pode durar meses sem ser detectado.

Os números

A FIEMG revelou perda de 4,7% do PIB — R$ 282 bilhões. A OMS estima 12 bilhões de dias úteis perdidos/ano — a maioria não por afastamento formal, mas por presenteísmo.

Como identificar

  • Queda de produtividade sem mudança nas condições
  • Aumento de erros em tarefas antes dominadas
  • Atrasos frequentes em entregas
  • Desengajamento em reuniões
  • Conflitos interpessoais mais frequentes
  • Queixas físicas recorrentes
  • Uso excessivo de horas extras compensatórias

A raiz: riscos psicossociais não gerenciados

Presenteísmo é sintoma de riscos psicossociais não gerenciados: sobrecarga, metas irrealistas, falta de autonomia, conflitos com liderança e insegurança no emprego.

Estratégias para combater

  1. Avaliar riscos psicossociais regularmente
  2. Treinar lideranças para identificar sinais
  3. Criar cultura de segurança psicológica
  4. Oferecer suporte acessível (PAE, psicólogos)
  5. Monitorar indicadores de produtividade e clima

O RISK.OS contra o presenteísmo

O RISK.OS torna o presenteísmo visível ao avaliar as dimensões de riscos psicossociais, identificando fatores de sofrimento silencioso antes que se transformem nos 51 dias perdidos por trabalhador documentados pela FIEMG.

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