O problema que ninguém vê — mas que custa bilhões
Presenteísmo é quando o colaborador está presente fisicamente, mas improdutivo por motivo de saúde ou estresse. Segundo a FIEMG, custa até 4 vezes mais que o absenteísmo. Cada trabalhador afetado perde 51 dias de vida saudável por ano.
Por que é mais caro que o absenteísmo
Erros e retrabalho: erros geram retrabalho em cadeia.
Contágio emocional: sofrimento psíquico afeta o clima do grupo.
Decisões ruins: profissionais sob estresse crônico tomam decisões piores.
Duração prolongada: pode durar meses sem ser detectado.
Os números
A FIEMG revelou perda de 4,7% do PIB — R$ 282 bilhões. A OMS estima 12 bilhões de dias úteis perdidos/ano — a maioria não por afastamento formal, mas por presenteísmo.
Como identificar
- Queda de produtividade sem mudança nas condições
- Aumento de erros em tarefas antes dominadas
- Atrasos frequentes em entregas
- Desengajamento em reuniões
- Conflitos interpessoais mais frequentes
- Queixas físicas recorrentes
- Uso excessivo de horas extras compensatórias
A raiz: riscos psicossociais não gerenciados
Presenteísmo é sintoma de riscos psicossociais não gerenciados: sobrecarga, metas irrealistas, falta de autonomia, conflitos com liderança e insegurança no emprego.
Estratégias para combater
- Avaliar riscos psicossociais regularmente
- Treinar lideranças para identificar sinais
- Criar cultura de segurança psicológica
- Oferecer suporte acessível (PAE, psicólogos)
- Monitorar indicadores de produtividade e clima
O RISK.OS contra o presenteísmo
O RISK.OS torna o presenteísmo visível ao avaliar as dimensões de riscos psicossociais, identificando fatores de sofrimento silencioso antes que se transformem nos 51 dias perdidos por trabalhador documentados pela FIEMG.




